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18/12/2019
Inspirados por trabalho em sala de aula, estudantes dão vida ao projeto Mãos Amigas

Por: Karen Vidaleti

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Ação, desenvolvida por acadêmicos do curso de Psicologia, proporcionou uma tarde especial a 142 crianças

A partir de um trabalho de sala de aula, estudantes do curso de Psicologia deram vida ao projeto Mãos Amigas. Por meio de doações, a iniciativa proporcionou uma programação especial a 142 crianças atendidas por uma instituição de ensino municipal, com direito a contação de histórias, chegada do Papai Noel e entrega de presentes. A ideia surgiu durante a apresentação de trabalhos na disciplina de Desenvolvimento Infantil e Adolescente, ministrada pela professora Luciana Tisser, no Campus Porto Alegre. 

A acadêmica Margani Agliardi conta que, durante a apresentação de estudo, os acadêmicos concluíram que toda a construção da criança no seu desenvolvimento perpassa pelas famílias, pelo ambiente de desenvolvimento e da interação dela com esse ambiente. A partir disso, decidiram criar um projeto que levasse uma mensagem positiva às crianças.

Enquanto por meio de um grupo no WhatsApp os estudantes organizavam a programação que levariam às crianças, uma caixa foi colocada na área de convivência do Campus para levantar doações. A mobilização, que durou cerca de 20 dias, envolveu ainda colegas de faculdade e de trabalho. “As coisas foram acontecendo em um clima harmonioso, atendendo a um propósito verdadeiro, que não era só entregar o presente. O principal objetivo era a gente vivenciar isso junto com as crianças, estar lá, olhar nos olhos deles, poder abraçar, sentir a alegria”, relata.

A tarde de programação desenvolvida pelo projeto Mãos Amigas aconteceu na quinta-feira (12), apresentando, de forma lúdica, atividades como contação de histórias sobre o tema esperança. Todas as crianças foram presenteadas e ainda receberam um lanche especial. Além de Margani, a programação contou com a participação das estudantes Andiara Barbedo Fontana, Cecília Pinto Minussi, Marília Chaves Zanini e Rafaela Bado Lopes. Ao todo, cerca de 20 pessoas participaram do projeto. 

A expectativa agora é que a mobilização possa ser retomada futuramente, se possível, em 2020. “A gente tem vontade de poder fazer um pouco mais por cada um deles e ver aqueles olhinhos brilhando de novo”, afirma a estudante.

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