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19/03/2019
O que o mercado busca nos profissionais de TI?

Por: Francine Tiecher

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Área é uma das que mais oportuniza vagas de empregos no Brasil e no mundo

 

A demanda por profissionais da área da Tecnologia vem crescendo exponencialmente, a ponto de no Brasil atualmente, o número de vagas disponíveis no mercado variar de 100 a 150 mil não preenchidas. A área é uma das que mais oportuniza empregos não só no Brasil, mas também no mundo.

Um dos pontos abordados por diversas empresas parceiras da IMED é que elas não têm capacidade de crescer como gostariam justamente por não haver profissionais qualificados para desenvolver os seus projetos.

O Coordenador do Curso de Ciência da Computação, Me. Marcos dos Santos frisa essa estatística, de que o número de profissionais existentes não é suficiente para atender ao mercado. “A gente está muito longe ainda de atender a demanda de mercado, tanto da região do Planalto Médio quanto do Rio Grande do Sul e do Brasil. Para atender a essas expectativas atualmente, precisaríamos ter no mínimo o triplo de pessoas trabalhando para que a demanda que temos fosse sanada”, comenta.

Foto: Pixabay

 

Por meio da formação proporcionada pelos cursos da área de TI, a IMED prepara o profissional para o mercado de trabalho, estimulando o desenvolvimento de habilidades e competências.

“A gente entende que o modelo tradicional de educação, principalmente na área de tecnologia, é um modelo bem defasado. Então pretendemos a partir de agora trabalhar com os alunos através da implantação dos novos currículos, uma educação disruptiva, fazendo com que o aluno tenha contato direto com o mercado de trabalho e com os projetos e problemas reais que o mercado propõe. Através disso, conseguimos experimentar o nosso estudante e trazer para dentro da base curricular dele a questão da experiência que é cobrada nas empresas. A gente trabalha dentro do curso diversas ferramentas e tecnologias que são extremamente atuais, para desenvolvimento mobile, desenvolvimento web e app. Também abordamos dentro do curso outras ferramentas em nível de inteligência artificial. O curso de Ciência da Computação da instituição tem uma forma diferente de tratar os acadêmicos, bem como a forma de entregar o conteúdo. Hoje existe muito material online para dar subsídio ao conhecimento, mas o nosso papel é fazer os alunos entenderem o porquê das coisas, ou como desenvolver alguma coisa da melhor forma”, destaca.

Um dos focos do curso é o empreendedorismo, onde seu desenvolvimento está cada vez mais fácil. O que é a parte mais difícil é criar ferramentas eficazes para problemas reais, com que façam com que as empresas, entidades ou pessoas tenham ganhos, e isso é a parte mais complexa e estimulada dentro da instituição. “Nosso papel é abrir a mente, fazer com que os acadêmicos pensem fora da caixa, para que se possam obter bons resultados”, comenta Marcos.

Entre as áreas mais procuradas pelas empresas e pelo mercado está a parte de desenvolvimento, de programação. 

“Essa é a área que mais tem vaga disponível, e se equivale à área de gestão de projetos, infra, qualidade e teste, e questões como big data, data analytics, análise de dados e cibersegurança que, no cenário da tecnologia, são bem atrativas e que possuem muita demanda de profissionais, e que em sua maioria, tem vagas que não são preenchidas. Outra área que também merece destaque é a IOT, ou “internet of things”, uma vez que cada vez mais se contratam profissionais para criar e desenvolver equipamentos inteligentes, casas inteligentes, e projetos que envolvam smarts cities e cidades sustentáveis. Outro cenário que cresce é o da área de indústria 4.0 que por meio de sua evolução, vai mudar o mundo do trabalho contemporâneo”, explica Santos.

 

Não é apenas a área de TI que está em crescente ascensão. A realidade do dia a dia e das profissões como um todo também vem se modificando.

“A tecnologia está cada vez mais dentro das nossas salas de aula, dentro das nossas casas, dentro dos nossos locais de trabalho, e as pessoas precisam estar preparadas. Não é porque eu vou ser da área da engenharia, ou da área da arquitetura, ou mesmo da área da medicina, que eu não preciso aprender e trabalhar com a tecnologia. Na verdade, profissionais dessas áreas que não se adequarem ao fator tecnológico, estão com os dias contados. Vai ser muito difícil encontrar emprego para profissionais que eram do modelo analógico. Então, trabalhar com tecnologia, estar consciente em relação às tecnologias aplicadas, e entender como tudo isso pode facilitar, vai contribuir com a vida de todo mundo e vai permitir que as pessoas tenham um cenário diferente em nível empregatício, e também de resultados, afinal a tecnologia traz mais eficiência, os projetos ficam melhor organizados, entre outros benefícios”, frisa Marcos.  

 

Oportunidade de emprego no exterior

O egresso do Curso de Sistemas de Informação da IMED, Eduardo Prauze, mora hoje em Winnipeg, no Canadá. Ele trabalha na empresa Red River Press e até o dia 22 de março estará realizando entrevistas com profissionais da área de desenvolvimento de sistemas, em Passo Fundo.

Prauze fala um pouco sobre o mercado de TI no Canadá. “A demanda por profissionais de TI em Winnipeg é enorme, todas as empresas estão sempre precisando de algum profissional, e eles buscam sempre alguém de fora do país, justamente por esse déficit de pessoal qualificado. Os contratantes buscam pessoas que gostem do que fazem e os salários são muito atrativos. Um desenvolvedor pleno pode chegar a receber um salário de 50 a 60 mil dólares por ano, o que proporciona uma qualidade de vida confortável. Winnipeg, assim como a maioria das cidades do Canadá, é multicultural, então a questão da língua não precisa ser perfeita, mas é exigido que o idioma seja fluente. Uma coisa que aprendi na IMED e que foi fundamental para que eu pudesse chegar até aqui é ter conhecimento em várias áreas. O profissional precisa ser especializado em alguma área, mas o quanto mais se souber, mais ele será valorizado. No Canadá o desenvolvedor é muito focado, então os profissionais que entendem o processo como um todo ganham certo destaque dentro das empresas”, conta Eduardo.

Para finalizar, a dica que ele deixa é tentar, por mais que a experiência ou o conhecimento na língua não for suficiente. Descobrir o que se gosta, ir atrás de boas vagas no exterior com o auxílio da internet, criar coisas e soluções e ir atrás de oportunidades.

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