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06/05/2022
South Summit potencializa conhecimento, inovação e conexões

Por: Karen Vidaleti

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Durante três dias, equipe da IMED acompanhou programação | Foto: Marcos Nagelstein/Agência Preview

 

Um dos maiores eventos de inovação do mundo, o South Summit Brazil encerrou nesta sexta-feira (06) a sua primeira edição na América Latina, deixando um legado de ideias, conhecimento compartilhado e novas conexões. Ao longo de três dias, o evento, originário de Madrid e criado em 2012, mobilizou um público de mais de 20 mil pessoas, vindas de cerca de 50 países. Entre os participantes, empreendedores, representantes de empresas internacionais, startups e investidores. Com o compromisso de formar uma nova geração de lideranças inovadoras e empreendedoras que contribuam para a transformação da realidade ao seu redor, a IMED marcou presença com uma equipe de cerca de 40 gestores e professores.

"O South Summit foi uma excelente oportunidade para posicionar Porto Alegre e o Rio Grande do Sul como um centro de inovação global e, ao mesmo tempo, despertar em todos os gaúchos e gaúchas o sentido de urgência das transformações que precisamos realizar em nosso modo de ver o mundo e em nossas organizações. Temas como inovação aberta, investimento em startups, transformação digital, ESG, inclusão da base da pirâmide social, capitalismo consciente não são palavras vazias de sentido. Integrá-las ao cotidiano de nossas vidas demanda assumir posicionamentos claros e atitudes coerentes com a agenda do século XXI. E estou muito feliz com a participação da IMED, com uma equipe de mais de 40 lideranças. Estamos prontos para os novos ventos”, avalia o presidente da IMED, Eduardo Capellari.

 

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Parte da equipe da IMED, que acompanhou a programação do South Summit

 

Conteúdo e networking foram as principais marcas do South Summit Brazil. Pelo evento, passaram mais de 450 investidores, incluindo 20 fundos internacionais, com uma carteira de investimento que soma mais de $65 bilhões para o estado do Rio Grande do Sul. Na competição de startups, a edição recebeu inscrições de mais de mil projetos inovadores de 76 países. Já a programação trouxe mais de 500 palestrantes, sendo 50 deles internacionais e 30% do gênero feminino - o maior percentual em todas as edições do evento. Do desafio da digitalização dos negócios e do uso de dados à humanização de tecnologias e soluções, os convidados exploraram caminhos e oportunidades para a indústria 5.0, agrotecnologia, sustentabilidade, cuidado e bem-estar, entre outros segmentos.

Entre as discussões, a necessidade de treinar e capacitar pessoas e o impacto do conhecimento compartilhado para promover mudanças necessárias foram temas recorrentes. Ainda nesta sexta-feira (06), foi lançado durante o evento o South Collab Health (SCH), um grupo formado por universidades - entre elas, a IMED -, hospitais, empresas e entidades que buscam fomentar a Inovação na Saúde no Rio Grande do Sul, promovendo avanços na produção e incorporação de novas tecnologias.

 

Mais depoimentos de quem viveu essa experiência

 

Tal como uma orquestra com músicos atuando em perfeita sincronia, executamos uma estratégia onde cada gestor, ciente do seu papel, transformou o primeiro South Summit Brasil em uma verdadeira arena de oportunidades. 

Foram 3 dias de muita troca, aprendizados e a certeza de que estamos no caminho certo. 

Algumas das inúmeras conexões geradas começaram a florescer antes mesmo do evento findar. Senti gestores cientes e empoderados de seu papel enquanto catalisadores do propósito de transformar vidas por meio de uma educação inovadora que gera prosperidade. 

Além de fortalecer a nossa marca, estar presente em um dos maiores eventos de inovação do mundo nos permitiu compreender melhor a importância do ecossistema pujante que o nosso Estado está criando. 

Estamos democratizando a inovação em todas as áreas nas quais atuamos e construindo uma base sólida para suportar aquela que irá se tornar a maior plataforma de educação do sul do Brasil.

Daniel Quintana Sperb, vice-presidente de Inovação Acadêmica da IMED


 

“Mais um evento que reafirma a necessidade da pesquisa e da ciência se aproximarem das empresas, com foco em inovação e resolução de problemas reais da sociedade. Está cada vez mais claro, inclusive pelos editais de fomento público, que não há mais espaço para trabalharmos de forma isolada e sem pensar no resultado e no impacto das nossas pesquisas.”

Caroline Calice da Silva, diretora de Pós-Graduação Stricto Sensu Pesquisa e Extensão


 

“Foram três dias muito intensos, no qual pude participar de grandes debates sobre os mais variados temas, além de muito networking. O que mais me chamou a atenção foi a grande participação de público no evento, pessoas das mais variadas idades, estados e nacionalidades. Os temas que mais me chamaram a atenção foram o Marco Legal de Startups, toda a tomada de decisões devem ser baseadas em dados, ‘que o mais importante é definir a sua tese de investimentos e, após definida, manter constância em sua estratégia’, que de nada adianta fazer marketing sem entender os principais conceitos de growth hacking, onde o crescimento deve estar acompanhado do resultado.”

Renato Luiz Da Silva, gerente de Pós-Graduação Lato Sensu


 

“Saber que toda essa transformação digital que estamos vivenciando diariamente pode e deve ser sustentável aquece o coração. Centros de processamento de dados (data center) construídos com concreto de baixa emissão de carbono, e empresas que, até 2025, serão movidas a energia 100% renovável? Sim, isso existe! É a prova que a sustentabilidade não fica apenas no discurso. Para inovar, precisamos sim do DIGITAL, mas é fundamental o RELACIONAL, a cooperação, a colaboração e a diversidade: assim se cria um ecossistema sólido de INOVAÇÃO.”

Liana Antunes, gerente de Transformação Digital

 

“O South Summit foi uma grande experiência tanto de conteúdo quanto de networking. Eu pude ver a importância que as edtechs estão tendo no mundo corporativo, como uma solução para formação e engajamento de pessoas, em um contexto do Século XXI onde tudo é abundante e a gente disputa a atenção das pessoas, seja na universidade, seja na escola, seja no mundo do trabalho. Portanto, cada vez mais, as empresas deverão ter uma edtech dentro delas, para que possam acompanhar a formação de pessoas, que precisa ser constante na lógica lifelong learning - do aprendizado para vida toda - e orientada à conexão, tanto técnica quanto humanista, que as empresas estão tendo a partir desse movimento” .

Amilton Martins, head do Programa #TeuFuturo

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