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15/07/2020
Como superar os desafios da educação no agronegócio?

Por: IMED Online

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Foi-se o tempo em que aliar educação e agronegócio ficava restrito a salas de aula com conteúdos maçantes e pouco agregadores. 

Atualmente, é possível explorar o extraclasse e fazer desta união algo extremamente relevante para quem pretende seguir carreira no ramo.

Considerado um tesouro nacional ignorado, o agronegócio movimenta mais de R$ 1 trilhão por ano. Mesmo assim, acredite se quiser, o setor ainda carece de profissionais preparados para exercer cargos de gestão e liderança. Aparentemente, os jovens têm fechado os olhos para um setor que costuma pagar muito e dificilmente sofre com baixas.

Há alguns anos, o interessado em seguir carreira no agronegócio tinha que, obrigatoriamente, deixar a casa ou o trabalho agrícola com os pais e se mudar para uma cidade maior para se formar no curso dos sonhos.

Hoje em dia, porém, a tecnologia joga a favor. Através dela, qualquer futuro profissional do agronegócio pode contar com um suporte on-line de altíssima qualidade e pronto atendimento. Isso significa que, além de promissora, a educação no agronegócio tem quebrado barreiras.

Ou seja, quem opta por trilhar o caminho da graduação em administração de agronegócios usufrui de um grande leque de possibilidades, já que as atuações no setor incluem consultorias, cargos de gestão, planejamento e gerência de projetos ligados ao universo agro.

A reflexão central de toda essa história é a seguinte: se as grandes empresas do setor têm que buscar profissionais estrangeiros para ocupar seus cargos de liderança, por que não se especializar e mergulhar em um mundo repleto de chances de ouro?

É inegável que a administração de agronegócios tem crescido ano a ano, mesmo em tempos de pandemia, desastres, secas, variações do dólar, exportações e políticas internacionais. Melhor do que isso, o setor tem se fortalecido em meio a crises mundiais, como a que vem sendo causada pelo novo coronavírus.

 

O novo normal

Durante e após a pandemia, qual será o novo normal? Como o mercado se comportará frente a tantas dificuldades? Responder essas perguntas está longe de ser tarefa fácil, mas o que se pode garantir é que o agronegócio, com a mais absoluta certeza, se manterá firme. E cada vez mais consolidado no território brasileiro.

Alguns especialistas afirmam que não há pandemia ou crise capaz de abalar o agronegócio no Brasil. De acordo com alguns dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), fundação pública federal vinculada ao Ministério da Economia, as principais commodities brasileiras deverão sofrer pouco ou nenhum impacto em razão do coronavírus.

O PIB de 2020, inclusive, deve fechar com alta de 3,8%. Isso significa que, diferentemente de outros setores, como compras e tecnologia, o agro não para de crescer.

O paradoxo disso tudo é que, por mais que números, estatísticas e projeções apontem justamente para o contrário, o que se observa é que, cada vez mais, os brasileiros têm pensado em disputar vagas para as chamadas “profissões do futuro”.

A verdade, porém, é que nada adianta disputar chances em áreas não dominadas por aqui, como indústria, tecnologia, inovação e varejo, se não olharmos para dentro dentro da nossa própria casa.

Pouca gente sabe, mas o agronegócio representa mais de 20% do PIB brasileiro. Melhor do que isso, ele, de acordo com uma pesquisa da CNA, cresceu em torno de 3,8% no ano de 2019. Mesmo assim, a falta de profissionais qualificados é gritante.

 

Muita demanda, mas pouca oferta

A educação no agronegócio parte do pressuposto de que, atualmente, são muitas as demandas de trabalho, mas poucas as ofertas de uma mão de obra capaz e qualificada. Ou seja, quem pensa em investir nessa carreira tem tudo para se dar bem.

Como sempre aconteceu ao longo dos tempos, a tendência é que o setor do agronegócio continue crescendo ano após ano. Aliás, existem diversos fatores que comprovam os avanços no segmento. São exemplos:

·         O crescimento populacional, já que, no Brasil, de acordo com os dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), uma pessoa nasce a cada 19 segundos;

·         A alta demanda por alimentos e fibras;

·         Transformação digital, que tem ficado ainda mais rápida e latente com os avanços da pandemia.

Isso sem contar os grandes investimentos em máquinas, ferramentas de automação e alta tecnologia, pontos que já são característicos do setor.

Ainda a respeito da tecnologia associada à transformação digital que estamos vivendo, o que vale chamar a atenção é para a importância dela ao dia a dia dos pequenos e médios profissionais.

A pesquisa “Integração Digital no Agronegócio”, realizada pela McKinsey e Company, por exemplo, apontou que 85% dos trabalhadores utilizam WhatsApp diariamente para fins relacionados à agricultura.

Além disso, 71% dos agricultores pesquisados disseram utilizar canais digitais para resolver questões relacionadas à fazenda e buscar informações.

A efeito de comparação, a penetração digital no setor é maior no Brasil do que nos EUA. Isso porque, enquanto 36% dos agricultores pesquisados confirmaram fazer compras on-line para a fazenda, apenas 24% deles adotam a mesma postura em solo norte-americano.

Eis o novo normal, realidade que muitos duvidavam que chegaria ao segmento agro, ou que ao menos demoraria bastante tempo. Na prática, porém, ao contrário do que alguns estudantes acreditam, isso criou e tem criado uma demanda ainda maior por profissionais qualificados.

Aliás, mais do que qualificados, esses profissionais devem saber gerenciar as práticas do agronegócio de acordo com essa nova realidade. Por meio de estratégia e gestão, o profissional deve ser capacitado para analisar cenários, gerenciar crises e ir além para tomar decisões assertivas.

 

O que está acontecendo no agro?

Através dos direcionadores de demanda, que incluem crescimento populacional, deficiência nutricional e demanda por proteínas, bem como restrições globais, que agregam limite de área agrícola e menor taxa de crescimento da produtividade, se faz necessário encontrar meios capazes de atender todas essas questões.

Para o futuro, o que se prevê é que a população mundial seja equivalente a 9.3 bilhões de pessoas. Este número, que já foi de 3 bilhões em 1960, e outros 6.8 bilhões de pessoas em 2010, pode elevar a produção de alimentos em até 70%.

Além disso, serão mais 900 milhões de toneladas de cereais por ano e outras 200 milhões de toneladas de carnes a cada 12 meses.

Tudo isso, é claro, repercute em maior visibilidade midiática do setor. Na TV aberta, a exposição dos produtores rurais é altíssima, batendo a casa dos 90%. Rádio e internet aparecem na sequência, quando jornais impressos, TVs por assinatura e revistas especializadas dão números finais às mídias que melhor divulgam suas informações.

Estabelecendo um paralelo de todas essas novidades com o novo perfil do produtor rural, pode-se chegar à conclusão de que a maioria deles, além de estar mais informada, também está menos participativa fisicamente.

Com conhecimento global e de negócios, o produtor rural dos últimos tempos tem ficado mais conectado e, por consequência, mais ocupado. Ademais, a nova geração está assumindo os negócios, demandando informações diferenciadas para aplicar melhor os capitais disponíveis.

 

Inovação

Partindo do pressuposto de que a educação no agronegócio demanda inovação, um dos principais exemplos dela nas propriedades rurais trata da produção de plantas transgênicas. Elas são o resultado de seres que receberam um ou mais genes de outros seres vivos com o objetivo de apresentar novas características.

De acordo com o Conselho de Informações sobre Biotecnologia, por exemplo, o processo de regeneração de uma planta transgênica pode ser definido com a obtenção da planta completa a partir da célula vegetal transformada. Esse processo é realizado por meio do cultivo dos fragmentos de tecido vegetal modificado.

Ao pé da letra, a inovação também é classificada como algo que vai além do novo por precisar apresentar resultados satisfatórios, já que, por si só, a novidade não garante a superação do estágio de ideia implementada (invenção).

Assim, inovação é igual a ideia + implementação (invenção) + resultados (sucesso).

Aqueles que pretendem seguir carreira no agronegócio também precisam compreender que são nove os tipos de inovação trabalhados neste setor:

·         Processo: introdução de um processo novo ou significativamente melhorado para produção ou logística;

·         Produto: introdução de um produto novo ou significativamente melhorado, que gera um novo valor para o cliente;

·         Incremental: pequenas e contínuas melhorias para produtos, serviços e processos existentes;

·         Resultado dirigido: os trabalhos que o cliente tenta fazer são usados como insumo para o processo de inovação;

·         Organizacional: novos meios das pessoas gerirem e compartilharem recursos;

·         Serviço: introdução de um serviço novo ou significativamente melhorado, gerando um novo valor para o cliente;

·         Modelo de negócio: novos caminhos em que a organização cria, entrega e captura valor;

·         Disruptiva: inovações que deslocam organizações ou indústrias estabelecidas do mercado;

·         De ruptura: inovações que geram uma mudança ou paradigma tecnológico ou científico - os transitors são exemplos.

Simultaneamente à inovação, as oportunidades da transformação digital são representadas por conexão direta com o consumidor final, redução de intermediários, controle de operações e novas chances de negócios que, outrora, ainda não existiam.

Através de novos agentes no agronegócio em si, o papel da universidade no processo de transformação da agricultura inclui as inovações radicais e disruptivas. Como elas não nascem de lavouras ou chãos de fábrica, mas sim através de centros de pesquisa e desenvolvimento, universidade, empresa e governo acabam se unindo em diversas etapas do meio agro.

 

Mulheres ganhando espaço

Enganam-se aqueles que pensam que o universo do agronegócio é restrito somente ao público masculino. Entre 2004 e 2015, por exemplo, o número de mulheres empregadas no setor aumentou consistentemente, conseguindo-se registrar um acréscimo de 8,32 no período.

Ao subdividir esse grupo, a conclusão foi de que mulheres casadas, com mais de 30 anos e ensino médio completo, compuseram o topo da lista. Ou seja, as que pretendem construir carreira no agronegócio não devem se prender a fatores como faixa etária ou deslocamento imediato após o ensino médio.

De maneira a comprovar essa condição, o papel do agronegócio na evolução da participação feminina no mercado de trabalho brasileiro teve análise que dividiu as mulheres em dois setores excludentes: as empregadas no agronegócio e as empregadas em outros setores da economia.

Levando-se em consideração o hiato entre 2004 e 2015, foi possível calcular os efeitos tamanho (ET) e incidência (EI)³ referentes ao aumento de 1,92 p.p na participação de mulheres no total de ocupados no Brasil (PFPOBRASIL).

Os resultados obtidos demonstraram, mais precisamente, que 56,21% do crescimento observado na PFPOBRASIL, no período analisado, foram consequência da entrada de mulheres no mercado de trabalho.

Isto é, elas representam o chamado efeito incidência, que é explicado a partir das alterações sociais, econômicas e culturais que ocorreram na sociedade nas últimas décadas.

Em contrapartida, os 43,79% restantes estão relacionados ao efeito tamanho. Nesse caso, o resultado reflete a redução relativa do agronegócio no total de ocupados no país, sendo esta ação combinada ao fato de que a taxa de participação feminina no setor se manteve mais baixa que a dos demais setores no período.

 

Diferenciais do on-line

Nem EAD, nem presencial. Para evitar que o jovem que pretende se especializar em educação no agronegócio tenha que sair de sua casa ou optar pela educação à distância, o ensino on-line atende todas as reais necessidades de quem vive o campo no dia a dia.

Além de ser a solução perfeita àqueles que desejam desenvolver uma carreira de sucesso no mercado, o curso on-line voltado à carreira no agronegócio mescla toda a experiência de uma graduação presencial com a dinâmica e facilidade do ensino on-line.

Quem se matricula em um programa como esse conta com toda a experiência de uma das instituições mais prestigiadas do Brasil, como é o caso da IMED. Mais do que isso, o futuro profissional do agronegócio também usufrui de toda a tecnologia de uma das plataformas de ensino on-line mais inovadoras do mundo.

Ao todo, são mais de 4 mil horas de altíssima qualidade. Elas ficam disponíveis para o aluno estudar no ritmo que julgar conveniente, e, como bônus, ainda há aulas com os maiores especialistas do setor.

Versátil, o cronograma com as disciplinas do curso também permite que o próprio matriculado monte sua grade de ensino de acordo com os desafios do dia a dia. Em épocas de colheita, por exemplo, o aluno pode pausar o curso.

Por todos esses motivos, o curso é classificado como on-line – e não EAD. Por ficar muito próxima ao aluno, acompanhando-o desde a matrícula até o dia da formatura, a IMED oferece suporte 12h por dia. Assim, todas as dúvidas, que vão do financeiro à sala de aula, podem ser solucionadas com a mais alta facilidade.

Ao compreender que a flexibilidade é essencial para que a educação no agronegócio seja transmitida com maestria, o curso, por ser realmente pensado para quem vive o campo, tem uma metodologia de ensino que segue essa mesma linha.

Portanto, se inscrever em um curso que agrega todas essas vantagens e características é o melhor a se fazer em períodos em que tecnologia, praticidade e agronegócio se combinam de maneira única e extremamente positiva.

 

 

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